11 set
Um tempo…

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Sempre recomendo às mulheres que estão nesta luta estarem ligadas nos seus limites. Acho que tudo vale a pena em busca da realização do sonho de ser mãe, mas tudo com moderação, se cuidando e cuidando a relação com o parceiro de caminhada.

Após um negativo proveniente de tratamento de infertilidade, ao meu ver, se necessita uma pausa , um tempo para “digerir” a situação, tempo de chorar mesmo. Quem já passou por isso bem sabe que essa desilusão não é fácil não. Apostamos muito, sonhamos demais e o tal negativo nos derruba sem pena.

Então eu defendo o “se dar um tempo”, se respeitar, se cuidar e assim juntar forças para uma próxima quando sentir que está pronta novamente para tentar, e só cada uma sabe quanto será o tempo necessário.

Nesta caminhada a relação a dois tem que estar firme, por mais difícil que seja, a mulher deve colocar na cabeçinha que antes de nada existe o casal, duas pessoas que decidiram lutar por um filho, que tem uma história e uma base a serem preservadas, havendo o cuidado de não ser esquecida esta relação, ao contrário, mais que nunca, o casal deve estar unido.

Temos que estar cientes que o marido também sofre, por mais que não demonstre em alguns casos, ele está ali sonhando junto e da mesma forma que você precisa do colo dele, ele também estará precisando do seu, e as vezes a gente esquece disso, é fato.

Lembro bem que meu marido sempre me alertava, sempre me fazia lembrar que adoraríamos ter um filho, mas que antes desta busca pelo nosso bebê, éramos os dois muito felizes e apaixonados, então deveríamos estar atentos a este fato e não deixar com que aquela situação nos consumisse a tal ponto de estremecer a relação. Infelizmente já constatei, em diversos casos,casais que chegaram a se separar devido a pressão envolvida nesses tratamentos, justamente por eles não terem se dado este tempo que aqui venho lhes falar.

Após este primeiro negativo já relatado num post anterior (E lá fomos nós) tivemos (mais ele que eu, lhes confesso) a consciência de que eu estava muito abalada para pensar em outro tratamento por um bom tempo… E após o “luto” vivido, fui cuidar de mim, fui voltar a me amar, a fazer atividades que gostava, a tentar ser a Taci alegre de sempre. Fui resgatar o prazer da vida a dois que sempre prezávamos tanto. Fomos viajar, passear, namorar, fazer coisas do dia a dia juntos que sempre curtimos e que devido ao stress do tratamento tinhamos colocado de lado, e nos fez muito bem!

Não lhes minto que após alguma – ou quase toda- relação sexual me vinha à cabeça a possibilidade de que poderia ter ficado grávida… Também era inevitável a minha tristeza quando menstruava… Não tem como controlar isso quando você está nessa espera, mas tem como amenizar, dependendo de você! Nesse período me determinei a levar a situação da melhor maneira e prometi para mim mesma que só voltaria a pensar em outro tratamento quando tivéssemos prontos emocionalmente. Isso durou um ano e tantos meses… Mas valeu sim!

Sempre que estava pra baixo pensava nas tantas coisas boas que tinha na vida, pensava nas coisas triviais e lindas que me davam motivos para sorrir diariamente, lutava contra a amargura que a infertilidade insiste em instalar em muitas vidas. Claro que tinha dias mais leves que outros, é normal, mas eu era mais forte na maioria deles, e você tem essa força aí dentro, te garanto!

10 set
Primeira FIV e… Gêmeos!

edy e gemeos 1

Em algum momento neste espaço falarei sobre vários anjos que Deus colocou no meu caminho. Um desses se chama Ednalda! Mulher paraibana de fibra que a conheci com um barrigão ENORME na sala de espera de uma clínica de imagens, eu nos exames preparatórios para a realização da fertilização – que foi a vencida! (mal sabia eu que minha vitória estava tão pertinho!). Ednalda é daquelas pessoas que sorri com o olhar e além disso tem um sorrisão encantador, imaginem então uma pessoa assim grávida? Imaginem uma pessoa iluminada dessas grávida na primeira tentativa de tratamento? Pois bem, feliz da vida, com uma barriga linda e um sorriso que quase não cabia no rosto!

Foi apenas necessário uma pergunta minha para ela: – É menino ou menina? – São gêmeos, um casal! Gente, o sonho de qualquer mulher que esteja na luta, como eu naquele momento!!!!!

E aí fomos descobrindo que o especialista em reprodução assistida que tinha feito o tratamento dela seria o meu no próximo tratamento (eu recém havia trocado de equipe médica e me deparo com esta história linda e incentivadora)… E daí a troca de telefones e o contato por um bom tempo foi inevitável, aliás Edy é uma daquelas pessoas encantadoras e que me animou e passou muita força no momento justo!

Hoje seus filhotes lindos, que se chamam Bárbara e Júnior, tem 07 anos de idade e Ednalda jamais se esquecerá do quanto foi abençoada duplamente e na primeira tentativa!

Volto a frisar: é difícil mas não é impossível! Então ânimo “guerreiras” lindas!!!

07 set
E deu certo de Primeira
aline gravida 2

Após o último post alertando para a realidade infeliz dos prognósticos referentes a gravidez por meio de tratamentos de Reprodução Assistida venho trazer boas novas e ânimo para vocês através de duas lindas histórias. Ambas que foram abençoadas na primeira e única tentativa de fertilização in vitro! Sim, existem esses casos e você claro pode se enquadrar neles por que não? Não custa sonhar e acreditar! Maaas sempre tentando colocar os pés no chão… Pareço uma vovó chata que fica lembrando e relembrando mas quero mais é cuidar de vocês entendido?

Mas vamos lá a um post leve, gostoso e POSITIVO, com direito até quem sabe a cheirinho de bebê de tão bom que é ler casos assim e se permitir sonhar por um instante, por que não? Estão liberadas pelo menos por um tempinho aqui ok? rsrs.

Vamos lá!

Nesta minha caminhada tive uma pessoa que esteve comigo em todos os momentos, vibrando muito e sofrendo junto: a minha irmã Aline (a “modelo” LINDA de capa deste post). Uma amiga, acima de tudo! Escolhida desde sempre para ser madrinha do meu primeiro filho (“pacto” que tínhamos desde crianças: ela ser a madrinha do meu primeiro filho e eu ser do dela). Ela sempre estava ali para uma palavra de conforto ou para um silêncio sofrido e respeitador, mas ao lado SEMPRE. O que ela queria era me ajudar e estar junto. Sei o quanto sofreu e deve ter chorado escondida de mim, e bem sei o quanto sonhou com a realização deste meu sonho. Até que chegou o dia e a minha alegria era a dela!

Tive minha primeira filha em 2007. Aline se casou em janeiro de 2008. Desde sempre se organizou para liberar em 2010 e infelizmente a gravidez não veio logo… Foram 2 anos de espera, a ansiedade começou a tomar conta dela – e de mim! (eu pensava: meu Deus ela vivenciou tantas coisas comigo e agora ela terá que passar por isso?). E depois ela me confessou que temia não ter forças para superar como eu tive… Até que chegou a indicação de fertilização in vitro e lá foi o apoio virar de lado e eu estar ali para sustentá-la da melhor maneira, emocionalmente falando… No início de dezembro de 2012 na primeira tentativa 02 embriões foram transferidos ao útero, e no dia 19 de dezembro de 2012 confirmada a gravidez (pense num natal feliz!). Em comparação a minha a história pelo menos foi bem mais curta (apesar de que para ela e o cunhado a sensação é de que foi longa demais, claro!) e em 18 de agosto de 2013, através de um lindo parto normal, Aline se converteria em a MÃE de BENÍCIO! Para mim, tia e dinda babona: o bebê mais lindo do planeta!!!

02 set
O Primeiro negativo a gente nunca esquece

chorando

Pois bem, após o resultado indesejado demorei muito em “digerir” esta realidade.

Como poderia ser se fizemos tudo certinho? Com um bom médico, numa clínica renomada, respeitando minuciosamente todo o protocolo (horários, hormônios…).

Em seguida uma sucessão de por quês? Por que EU, por que nós? Por que ter que passar por isso para simplesmente engravidar e ter um filho?

Esses momentos de revolta após um negativo são extremamente normais. Somos humanas, somos mulheres que queremos apenas nos tornar mães. Algo até então no nosso imaginário como simples e fácil.

Tinha um companheiro, condições financeiras para arcar com gastos de uma criança, idade, e acima de tudo tínhamos muito AMOR pra dar!

Após este beta negativo vieram outros, mas lhes confesso que este primeiro (proveniente de tratamento) foi o que mais me traumatizou.

Diante desse meu depoimento queridas, gostaria de alertar sobre os prognósticos desses tratamentos. Acredito que deveria ser obrigatório todo médico especialista em Reprodução Assistida ser franco quando se decide partir para inseminação artificial ou Fertilização In Vitro (FIV), levando em consideração que a maioria das pacientes desconhece estes prognósticos e chegam ali com a ansiedade de pular já esta etapa e festejar a gravidez, desconhecendo a dura realidade de que a possibilidade de êxito é bem menor que a de insucesso. Acho que com esta consciência o “baque” seria menor.

Só sei que desde que entrei naquela clínica só escutei maravilhas e indícios de que já tinha praticamente dado certo mesmo antes da primeira injetada hormonal… E a realidade não é esta, infelizmente.

Não quero desanimar ninguém entendido? Ao contrário! Quero apenas cuidar daquelas que estão iniciando algum desses tratamentos para que acreditem e estejam confiantes de que dará tudo certo, mas deixando um espaço pequeno para colocar “os pés no chão” (por mais difícil que seja).

E apesar desse alerta deixo claro: só se sabe tentando! E uma das lições que tirei de tudo isso foi ser perseverante, foi lutar até os últimos e únicos 5% que me foram dados de esperança para que desse certo a minha última fertilização,  5% estes que me agarrei com toda fé do mundo e que se transformaram em…

MARIANA!

31 ago
E lá fomos nós!

Esperanca

Após a indicação de procurarmos uma Clínica especializada em Reprodução Assistida lá fomos nós “resolver esta questão”, como se fosse assim tão fácil…

Chegando na clínica nos deparamos com um mundo totalmente novo e desconhecido.

Na Recepção da clínica nos recepcionando havia um mural enorme com fotos de vários bebês, fato este que já nos animou logo de entrada, estávamos ali para “buscar o nosso filho”!

A sala de espera em clínicas assim tem ambientes bem parecidos… TODOS estão ali com a mesma finalidade. Todos se entreolham e na maioria das vezes o silêncio impera, até de repente alguém como eu por exemplo, quebra o gelo com alguma pergunta tipo assim para uma “vizinha” de sofá: estás tentando há muito tempo? E dependendo da resposta o papo flui e de repente em poucos minutos nos sentimos grandes amigas e confidentes rsrsrs. As vezes a resposta é curta e sem abertura para extensão da conversa, e claro que sempre respeitei, afinal não é todo mundo que está preparado e aberto para falar sobre este tema. E são casos e casos distintos sentados lado a lado enquanto se espera… Pessoas que já tentaram várias vezes e não tiveram êxito, outras que estão para tentar pela primeira vez, algumas que já conseguiram e voltaram ali para um nova tentativa, as que conseguiram engravidar e abortaram, as que devido as circunstâncias optam pela barriga de aluguel ou ovodoação… Entre outros tantos casos… Sem falar na presença de alguma gestante que resolve visitar o médico para expor sua vitória e faz com que as tentantes (termo usado para quem está nas tentativas de engravidar) de plantão encham seus corações de esperança ou… tristeza…

Mas vamos voltar a minha primeira ida! Empatia com o médico, nos explicou tudo, como seria o procedimento, calculou conforme a data da minha próxima menstruação (e lógico que na minha cabeça sonhadora ainda pensei: não haverá doutor!), os remédios que deveríamos comprar (caros!) e os pormenores dos passos a serem seguidos. Faríamos uma inseminação artificial, opção esta que após a “simples” estimulação ovariana e coito programado é um tratamento mais “tranquilo” que não se comparava a fertilização in vitro, até então esta possibilidade impensada por nós … “Não necessitaríamos chegar a este ponto…” Era o que pensávamos.

A bendita da menstruação chegou. Chorei. Me recuperei e fui atrás do nosso bebê seguindo as orientações do médico e mais uma vez calculando para quando seria o nascimento.

Tudo nestes procedimentos é calculado, o stress não tem como não ser evitado, desde os hormônios recebidos, como o procedimento em si (no nosso caso fomos num domingo cedinho para conclusão por ter sido o dia ideal calculado pelo médico segundo minha resposta aos hormônios), sem falar na tal espera para confirmar se deu certo… ou não.

De lá me lembro bem que fomos assistir umas partidas de tênis, morávamos em Buenos Aires e estava havendo um campeonato importante com grandes estrelas e meu marido, fanático deste esporte, perguntou ao médico se poderíamos ir e o mesmo nos aconselhou vida normal em seguida. Óbvio que por já me sentir gravidíssima, caminhava mais lento e evitava extravagâncias neste dia e nos próximos na espera pela confirmação.

Na família do meu esposo a dúvida era apenas uma: se era um ou mais bebês. Que eu estava grávida para todos já era certeza. Várias foram as anedotas ao nos imaginarem como pais de gêmeos, devido a não sermos muito organizados…

Até chegar o dia da certeza… Eu NÃO estava grávida. Nosso mundo caiu.

26 ago
Quando tudo começou
qdotudocomeçou
Nos casamos em janeiro de 1999. Meu marido é argentino e lá fui eu morar nas terras vizinhas: Mi Buenos Aires Querido! Ao chegar lá confirmei o que já desconfiava… o cordão umbilical com a mamãe não tinha sido cortado! Pense no drama para viver longe… sobrevivi! Foi muito positivo para mim como pessoa e para nós dois como casal. Após um ano de altos e baixos, devido a minha adaptação “um pouco” lenta, estávamos bem e felizes!
Vivíamos em um bairro tranquilo de Buenos Aires, a família dele me abraçou como mais uma, alguns amigos dele viraram meus e a vida a dois era muito feliz! Sempre sonhei em ser mãe. Desde pequena tinha certeza de que este papel iria desempenhar da melhor forma e seria muito feliz cuidando das crias. Cresci numa família de 4 irmãos, com pais amáveis, havendo encontrado o “príncipe encantado”, tudo contribuía para confirmar o que já sentia. Ano de 2001, dois anos de casados, resolvemos que havia chegado o momento para sermos pais! Primeiro passo: marquei um ginecologista para fazermos os exames de rotina e apenas esperar para recebermos o positivo e armarmos o enxoval!
Numa ultrassonografia o médico começa a me questionar: sente cólicas fortes ao menstruar? Não. Dores nas relações sexuais? Também não. Silêncio… Não me disse mais nada e me encaminhou de volta ao ginecologista com os demais exames que me havia solicitado. Dias após retornei ao querido Dr. Mendez Ribas… Levo os exames, ansiosa e certa do ok para começarmos a busca e já – claro!- fazendo contas para quando seria o bebê engravidando no mês seguinte… Ao abrir os exames observo um semblante raro no ginecologista, o sorriso amigável dele se escondeu atrás das rugas franzidas na testa que expressava que algo não estava bem… E pela primeira vez eu escutaria a palavra ENDOMETRIOSE. Fui diagnosticada com uma endometriose severa e o tratamento indicado deveria ser cirúrgico. A partir daí começaríamos a nossa batalha… Voltei para casa desolada. Segundo o médico o grau da minha endometriose era elevado e sendo assim a possibilidade de gravidez era muito remota.
Chorei muito, questionei o porque de estar passando por aquilo. No outro dia acordei decidida em marcar a operação. Voltamos ao consultório e providenciei os exames do pré-operatório. Devido ao grau constatado da minha endometriose (atípica por não ter sintomas ) os médicos decidiram que não seria por videolaparoscopia e sim aberta mesmo…Dias após estava eu na maternidade que havia escolhido para ter nosso primeiro filho, internada no andar que ao redor estavam festejando nascimentos, com uma cicatriz da cirurgia similar a de uma cesárea, e eu começando a lutar atrás do meu sonho.


Não imaginava que o caminho ia ser comprido e doloroso, mas algo me dizia que TUDO valeria a pena, e como valeu!

 

08 ago
Dia dos Pais

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Pois bem… Como me lembro o quanto sofria em determinadas datas , o quanto a ferida era aberta sempre que se aproximava uma data comemorativa importante que poderia se relacionar com a questão do querer ser mãe… Dia das Mães, Natal… Dia dos Pais… sim, Dia dos Pais!!!

Alguns dias dos pais não conseguia me limitar a festejar a presença do meu amado pai mas minha sensibilidade ia além e não conseguia me segurar em começar a sonhar de quem sabe a bendita menstruação atrasaria e eu poderia fazer a mais desejada surpresa de dar de presente ao meu marido a grande notícia de que ele seria PAI!

Parece loucura mas acredito eu que algumas que já passaram por isso bem irão me entender…

Ficava confabulando como seria dada a notícia… Ficava imaginando saber que descobriria dias antes e que teria que me aguentar até o domingo do dia dos pais para acordá-lo com um sapatinho de bebê embalado como presente e anúncio da nossa vitória.

E foram 6 anos de ilusão e desilusão e a sonhada notícia não foi dada num segundo domingo de agosto como havia sonhado. Foi dada em meados de um outubro do ano de 2006, na porta de um laboratório após receber o primeiro beta positivo, que em alguns momentos de fraqueza pensei que nunca chegaria. Eu estava grávida! E em meio às lágrimas de imediato lhe ligo para chamá-lo de Papai! E o choro era tão incontrolável que ele não entendia o que eu queria lhe dizer… Imaginava mas não queria gritar de alegria sem antes entender perfeitamente saindo da minha boca o seu mais novo, desejado e lindo título a partir de então:

PAPAI!

 

 

29 jun
Quero te ajudar!

flores

Queridas, desde a minha luta pela maternidade começada no ano de 2001 colhi uma serie de experiências únicas na minha vida. Muitos “capítulos” não foram nada fáceis mas acreditem tudo teve seu valor e me fez crescer muito como pessoa.

Antes que nada: foco e fé! Só sabe o quão difícil é a caminhada quem passa por esta luta árdua e dolorosa do “apenas” querer ser MÃE!

Foram 6 anos de luta e já lhes adianto… Eu consegui! E duplamente…

E aviso: Não foi gravidez gemelar!

Vamos começar a nos conhecer mais?

Minha missão? tentar aliviar um pouco esse caminho as vezes tão difícil e solitário da infertilidade de alguns casais. Cada dia maior é o grupo de pessoas que sofrem com este tema e poucos os espaços para troca de experiências e apoio.

A realidade é que a ciência ainda não domina 100% dos resultados e os tratamentos são onerosos e desgastastes em várias vertentes, sendo a emocional, acredito eu, a mais dura de todas!

Mas tenho boas noticias! Vários casos impossíveis conhecidos que se tornaram possíveis e eu sou um deles! Vamos em frente? Quero ajudar! Quero vibrar e torcer por cada uma que se unir a esta causa, para que de alguma forma a batalha seja mais branda. Porque juntos sempre somos mais!

Quantas pessoas Deus já colocou no meu caminho e pude ajudar… E há anos venho pensando em alguma outra forma de chegar até mais pessoas e poder estar presente de alguma forma. É o mínimo que sinto que devo fazer e como me dá prazer!!!

E muitas maternidades sonhadas se tornarão maternidades concretizadas amém?

Contem comigo!!!

Taci