15 jan
E ela não desistiu, e Levi chegou!

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Ontem foi dia de ir à maternidade! Programa que adoro, nem necessita explicar o por quê, não é mesmo? Geralmente todas as idas a maternidade para conhecer o bebê de uma amiga já é emocionante, mas a de ontem foi além… Chegou Levi! Um bebê que foi MUITO sonhado, filho de uma amiga querida da escola, que após muitos anos de amizade se uniu e se achegou mais ainda a mim quando se deparou com este mundo das dificuldades para engravidar, que eu tão bem conhecia…

Foram 7 anos de luta, tratamentos, negativos, exames e procedimentos invasivos, dores, lágrimas. Em algumas épocas nos falávamos mais, em outras o silêncio dela imperava e eu a respeitava, mas estava sempre atenta a alguma novidade ou brecha para poder estar.

Torcer? Demais da conta! Eu dizia para mim mesma que só descansaria quando a visse com um filho, e ontem ao entrar naquele quarto minha alma ficou mais leve! Lá estava ela amamentando o seu sonho, agora realidade, todinho seu, assim como ela tanto sonhou, aliás, com certeza, bem mais do que um dia ela ousou sonhar! Porque é bem assim, não existe como explicar, nada, nenhuma palavra ou atitude pode traduzir TUDO o que se sente quando enfim chega o dia, quando você enfim tem nos seus braços o seu filho, quando você enfim é mãe, para sempre, mãe! E lá estava ela e ele, um amor que nasceu há tempos atrás, e que enfim se encontraram…

Foram vários os tratamentos de reprodução assistida, foram picadas e mais picadas na barriga (inclusive até o final da gravidez), foram muitas desilusões, busca eterna por diagnósticos mais precisos, mudanças de equipes médicas. A luta foi grande mas lá estava ela como brava guerreira que não foge à luta, que bem sabe o que mais quer, e que apesar dos pesares seguiu! E por não ter desistido… conseguiu!

Jamais esquecerei o dia em que me telefonou para dar a boa nova, uma manhã num final de semana, eu ganhei o dia! A alegria dela era a minha! E tive que engolir essa alegria por uns dias até ela liberar para eu gritar aos 4 cantos do mundo que Mona seria mãe! Tão merecidamente, tão dignamente, tão corajosamente!

Nunca esquecerei nossos papos, seus desabafos, seu cansaço e desânimo em alguns momentos, como sua garra e perseverança nos recomeços. Confesso que tinha medo que você desistisse, e quando assim pensava na possibilidade você surgia mais forte que antes, voltando a acreditar!

Ai amiga… Como estou feliz por você, como estou orgulhosa de você! Você que é tão discreta, mas que aceitou imediatamente falar um pouquinho da sua história aqui, como mais um exemplo a tantas mulheres que ainda estão na luta e que ao ler casos assim se enchem de esperança! Assim como aconteceu comigo um dia, com você e com tantas que neste momento lêem emocionadas esse recadinho que o fofo do Levi e sua mamãe Mona Lisa lhes manda: NÃO DESISTA, vale a pena seguir!

Parabéns Mona! Bem vindo Levi!!! Deus os abençoe sempre.

 

 

19 nov
Paulo Matheus: Mais Um Milagre de Deus!

Paulo

Em março deste ano recebi um email de uma seguidora que resolveu me relatar sua longa história de 8 anos de luta contra a infertilidade. Naquele momento ela estava partindo para sua 3a fertilização in vitro.

Ela se chama Paula, casada há 12 anos. Como muitas, Paula, após alguns anos de casada, liberou para engravidar e pensava que seria de imediato. Passado um ano de tentativas, ela e seu marido foram atrás de algum diagnóstico para justificar a gravidez que não sucedia. Até que numa histerossalpingografia foi detectado um estreitamento do colo do útero. Por não haver obstrução nas trompas e nada mais ser detectado, o médico lhes sugeriu seguir tentando por um ano mais de forma natural, e assim o fizeram e não obtiveram êxito novamente.

Após mais este ano de espera procuraram outro médico, especialista em reprodução assistida, que lhe indicou fazer uma histeroscopia, foi então encontradas sinéquias uterinas que estariam impedindo a gravidez. Pensando haver solucionado o problema, tentaram naturalmente por mais um ano e nada…

Resolveram então partir para o primeiro tratamento de reprodução. A indicação seria uma inseminação artificial, se prepararam, mas na hora do procedimento o cateter passou com muita dificuldade. Dias depois foi confirmado que não havia dado certo. Devido a esta dificuldade na passagem do cateter foi indicada mais uma histeroscopia, onde foi constatada mais uma sinéquia que estaria atrapalhando a passagem do canal. Meses depois partiram para outra inseminação e o resultado foi outro negativo a mais.

Chegaram ao limite naquele momento e resolveram dar um tempo. Viajaram e tentaram ao máximo se desconectar do tema, mas o sonho da maternidade nunca deixou de estar latente no coração da Paula…

Após esta pausa, voltaram com tudo aos tratamentos e desta vez partiram para a fertilização in vitro! Conseguiram 2 lindos embriões para transferência e na hora… o cateter não passou! Resolveram adiar para o dia seguinte para serem transferidos com a presença de um anestesista para sedá-la, e assim foi feito, porém ao despertar ela teve a triste notícia de que os embriões foram congelados porque não conseguiram fazer a transferência. E lá foi ela, arrasada com a situação, mas ao mesmo tempo cada vez mais convicta de que era o que mais queria na vida, dessa vez  foi  indicado a realização de uma histerossonografia (exame de ultrassom que dura em média 30 minutos em que é inserido através da vagina um pequeno cateter até ao útero para ser injetado uma solução fisiológica que vai facilitar ao médico a visualização do útero e a identificação de possíveis lesões, como miomas, endometriose ou pólipos) e posteriormente feita mais uma histeroscopia, onde lhe confirmaram que haviam desobstruído o canal. Após alguns meses desse procedimento, foram transferidos aqueles embriões congelados, e mais uma vez não deu certo.

Mais um tempo foi dado pelo casal, sabiamente sentiram que precisavam “respirar” de tudo aquilo que os vinha maltratando nos últimos anos. Apesar deles gostarem muito da equipe médica que os acompanhava, resolveram mudar e foram se consultar com outro médico, médico este que requisitou vários exames até então nunca requisitados e que lhes passou muita confiança e esperança.

Partiram para a segunda fertilização e deu certo!!! Enfim, haviam conseguido! A alegria foi imensa! Montaram um vídeo para dar a notícia às famílias, uma festa! Porém na 12ª semana, numa ultrassom, foi constatado que o bebê não havia se desenvolvido, e eles se depararam com o fim do sonho devido a um aborto retido. Tristeza sem fim!

3 meses após o aborto eu recebia um email da Paula me relatando toda sua história e finalizando assim:

“Estou tomando DHEA (vitamina) e ácido fólico, meu marido está
 tomando vitamina C com zinco, vitamina E e ácido fólico, com esperança de
ter mais embriões na próxima tentativa, que estamos programando para o
 próximo mês, com muita fé e esperança que tudo dará certo…
Gostaria de lhe agradecer pela ajuda diária que dá a tantas mulheres
que estão passando pelo que já passou e hoje conta sua história de
 vitória, tenho certeza, que pela misericórdia de Deus, tbm contarei
 a minha.
 Abraços,
Paula”

E exatos 3 dias após este email recebo mais um email da Paula para me contar algo…

“Taci!

Como havia lhe contado, estava me preparando para fazer a terceira FIV
no próximo mês, estava apenas tomando o DHEA e o ácido fólico,
 minha menstruação era pra ter chegado no sábado e não chegou, no
 domingo nada, na segunda nada, então pesquisei na internet e vi
 alguns casos de mulheres que ficaram com o ciclo irregular após tomar
o DHEA… Ontem a noite resolvi comprar um teste de farmácia para
 fazer hoje de manhã, e desencanar, e para minha surpresa, as 2
 listrinhas apareceram lindas e fortes, não acreditava no que eu
estava vendo, estava diante de um milagre de Deus em minha vida…
 Dessa vez, não fiz surpresa para meu marido, chamei e em estado de
 êxtase disse: Amor, aconteceu um milagre… ele com lágrimas nos
 olhos não acreditava no que estava acontecendo, só dizia: calma,
Paula… rsrs Então fomos no laboratório e fiz o Beta, que confirmou
 com Resultado: 850,10 mUI/ml.

bjosss e obrigada pela força que tem dado a tantas mulheres que como
 eu sonham em ser mãe.

FELIZ É POUCO!
 Paula”

De lá para cá, tive o privilégio de ir recebendo notícias da evolução da gravidez da Paula,  me enviando emails carinhosos e me fazendo participar de alguma forma da sua vitória!

Sábado passado abro meu email e para “finalizar” esta bela história de esperança que ela fez questão que eu dividisse com vocês com este post, ela me avisa da chegada do grande amor da sua vida, do seu sonho realizado, da melhor surpresa de todos os tempos, Paulo Matheus havia nascido e junto com ele pais guerreiros confirmam que TUDO valeu a pena, cada exame, cada negativo, cada dor sentida e vivida, nada se compara a esta realização de tê-lo em seus braços, para sempre nas suas vidas!

“Taci, Boa noite!

É com muita alegria que escrevo esse email para dizer que meu milagre de Deus, Paulo Matheus nasceu quarta-feira dia 11/11 às 20:10h com muita saúde, irradiando alegria para toda nossa família e amigos.
Pode postar nossa história quando desejar, ficaremos felizes em ajudar outros casais a não desistirem dos seus sonhos.

Beijos, Paula “

Sigo insistindo! Eu vivi um milagre, já presenciei muitas histórias de milagres e hoje o lindo Paulo Matheus é mais uma prova de que quando Deus quer… Milagres acontecem!!!

parto paulo

08 set
Superação e Realização, Através de Barriga Solidária da Sogra!

historia insta

Hoje lhes trago mais uma história de esperança e superação… A história da seguidora Suzyane que, muito amavelmente, teve a sensibilidade de querer dividir conosco toda sua trajetória até a chegada da princesa Maria Cecília.
Cada uma de nós tem sua história, e o caminho até a maternidade para algumas se dá de forma mais difícil, tendo que passar por dores e perdas… O bom de histórias assim é confirmar uma vez mais que temos que acreditar que no fim tudo dará certo, e se nos tornar mães é o que mais desejamos, um dia conseguiremos! Seja através da barriga, seja através da adoção, seja numa gravidez própria, seja através de barriga solidária, como assim acabou acontecendo com Suzyane após ter vivido uma gestação e ter perdido a sua primeira bebê.
Antes de lhes compartilhar com vocês as palavras da Suzy para a gente, quero dessa vez lhe agradecer, agora em público, pela sua atitude de não hesitar em me procurar para dividir com tantas mulheres que com certeza estão precisando ler esta sua história, e que lhes ajudará com certeza a juntar forças e ânimo para seguir!
Preparadas? Com vocês um resumo da história de uma mulher guerreira, que sofreu, padeceu sendo mais uma vítima do descaso de um hospital público nesse nosso Brasil, mas que se reergueu e teve a benção de ter na sua vida a sua sogra, como um anjo para ajudá-la, gerando a sua filha tão sonhada.
“Casamos jovens, eu com 21 anos e meu marido com 22, sempre sonhei em ter muitos filhos, adorava casa cheia, meu marido tem mais 3 irmãos e quando íamos à casa dele e eu convivia com aquela barulheira eu tinha mais certeza que o que mais queria na vida era ter filhos!
Em 2009, morando em SP, decidi que minha hora de ser mãe tinha chegado, e logo após 2 meses de tentativas, para nossa alegria, engravidei de uma menina, gravidez normal, sem nenhum problema. Quando cheguei as 36 semanas de gestação comecei a sentir muitas dores do lado direito na barriga, ia no hospital (público), relatava as dores que vinha sentindo, faziam exames em mim e diziam que estava tudo bem. Um dia, numa dessas idas, foi constatado que já tinha 2 cm de dilatação, mas mesmo assim me mandaram para casa, diziam que não era a hora. Cheguei a ir uma semana inteira ao hospital, todos os dias com dores, mas seguiam afirmando que estava tudo bem com minha bebê e que não havia chegado a hora, mãe de primeira viagem, confiei. Até que chegou um domingo que acordei de madrugada com dores fortes, acordei meu marido e pedi para ele me levar à maternidade, eu não estava mais suportando as dores, nesse momento já eram insuportáveis. Ao chegar na maternidade e ser atendida a médica não podia nem tocar na minha barriga que eu não aguentava, foi detectado no ultrassom que já estava sem líquido e os batimentos da Rafaella estariam caindo, fui direto para sala de cirurgia para ser feita uma cesariana de emergência, em seguida minha filha nasceu e não chorou… Cheguei a ver seus pezinhos quando a retiraram… Perguntava para todos como ela estava e ninguém me respondia, até que surgiu uma médica que já me disse naquele momento que ela não havia resistido, e, ainda, que retirariam meu útero. A dor maior da minha vida, aos 24 anos de idade, foi naquele dia… Fui sedada e quando acordei já estava na UTI, onde fiquei por 5 dias internada, e após fiquei mais 10 dias internadas no quarto, dias de MUITA tristeza… Me lembro que um médico apareceu e me disse que devido a retirada do útero eu poderia pensar em ter um filho através de barriga solidária, era a primeira vez que escutava sobre, na verdade nem sabia do que se tratava e estava ainda tão arrasada que nem pensava em ter outro filho de imediato, eu queria minha Rafaella e a havia perdido… Minha sogra veio de Santa Catarina para São Paulo para cuidar de mim, nesse pós operatório traumático, quando lhe comentei sobre a barriga solidária de imediato ela disse que gostaria de gestar meu próximo filho, seu neto. Após sentir seu apoio e disposição corri para internet procurar sobre o assunto, até que encontrei um caso de uma mulher chamada de Veridiana de Belo Horizonte que seu filho tinha sido gerado também pela sua sogra e isso me animou. A conheci ela, tirei minhas dúvidas e escolhi a clínica IPGO em SP para já iniciarmos o processo. Demos início ao nosso tratamento em setembro de 2009 transferimos 3 embriões pra minha sogra com então 43 anos, depois de 12 dias  soubemos do resultado positivo! Minha sogra estava gravidíssima do meu filho, eu teria oportunidade de ser mãe como havia sonhado tanto! Minha sogra retornou a Santa Catarina, e eu fiquei em São Paulo, acompanhando a gestação diariamente através de telefonemas diários. Em maio de 2011, nascia a minha pequena Maria Cecillia que hoje tem 4 anos! Voltamos a morar em Santa Catarina para dar uma melhor qualidade de vida a ela, e hoje temos nossa família linda e completa.”



03 set
A bebê Megan, um milagre!

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E quando tem que ser… é!!! Não adianta…

Divido com vocês um pouco da história da guerreirinha Megan, como mais uma prova de que milagres existem.

“Às 6 semanas de gestação, um aborto natural devastou essa família. Após a medicação abortiva para limpar o útero, o médico constatou que havia algo mais. Mirror.co.uk, que mora em County Kildare, na Irlanda, estava grávida de 6 semanas quando, enquanto caminhava na estação do trem no caminho até o banco onde trabalhava, ela começou a ter contrações e a sangrar copiosamente. Ela ligou desesperada para o marido e, aos prantos, disse que talvez estivesse perdendo seu bebê. Ela ainda caminhou de volta até sua casa porque ele estava cuidando dos outros dois filhos do casal, e juntos foram ao hospital Rotunda, em Dublin, onde os médicos lhe confirmaram que ela estava tendo um aborto natural. Foram feitos 5 ultrassons que mostraram que ela estava perdendo seu bebê. Após, ela ainda teve que se submeter a duas doses de medicação abortiva para limpar totalmente o útero e passou a noite no hospital para ter certeza que nenhuma parte do feto havia ficado. Ela então se recuperou e foi para casa arrasada. Alguns dias depois, os médicos a contataram e disseram que os resultados mostravam que ainda havia partes do feto que precisavam ser retiradas e ela passaria por um procedimento cirúrgico. No retorno ao médico e mais alguns ultrassons, foi detectado muitas sombras e muito sangue e coágulos, mas havia também outra mínima batida de coração. Os médicos, então abismados, descobriram que Michelle na verdade, estava grávida de gêmeos, e havia perdido somente um dos bebês, e o outro havia sobrevivido, praticamente por um milagre após os medicamentos abortivos para limpar o útero. Além de sobreviver, a pequena Megan nasceu saudável alguns meses depois.”

O link dessa matéria é o: http://familia.com.br/familia/gravida-ela-correu-ao-hospital-e-perdeu-seu-bebe-mas-um-milagre-surpreendeu-toda-a-equipe-medica?AmoFamilia080415

 

23 ago
Quarteto lindo!

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Em outubro do ano passado li sobre um caso de gravidez quadrigemelar que muito me chamou a atenção e cheguei a postar sobre, lá no blog. Não era para menos visto que Ashley após anos de tentativas finalmente consegue engravidar através de uma fertilização um vitro. Até aí tudo bem, mas neste caso foram transferidos apenas dois óvulos e ambos se dividiram e resultaram em 4 lindas bebês!!! Segundo a matéria que li naquela época casos assim acontecem 1 vez entre 70 milhões, quando ambos óvulos se dividem! A reprodução assistida e suas “surpresas”… rs
A gestação evoluiu bem e esta semana fui à página que a mamãe Ashley e o papai Tyson criaram aqui no facebook para contar sobre a trajetória, desde que ficaram cientes dessa reviravolta linda nas suas vidas, e me deparei com esta foto que faltam palavras para expressar tanta beleza cor de rosa junta!!!
Se quiserem ler um pouco mais sobre este caso a página no facebook se chama “A Miracle Unfolding-Gardner Quadruplets”. 💕💕💕💕

13 ago
Mulher gera o filho da irmã gêmea

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Mais uma linda história de AMOR, puro amor… Lí esta matéria no site upsocl, em espanhol, sobre a história entre duas irmãs gêmeas idênticas: Allison e Dawn, e divido com vocês.
Quando Allison estava grávida com 30 semanas de gestação, foi diagnosticada com câncer de mama e teve que começar tratamento de quimioterapia de imediato. Logo depois, com 31 semanas, teve seu filhinho através de uma cesariana de urgência. Os médicos já lhe disseram que devido a este histórico ela não poderia mais ter filhos.
Dawn e Allison apesar de serem identicas fisicamente elas sempre tiveram personalidades bem diferentes mas mesmo assim sempre foram bem unidas. Dawn tem dois filhos: Jack de 7 anos e Ashton de 3 anos e Allison só tem o Dylan que nasceu há 6 anos naquela situação já citada. Há 6 anos Allison se tratou do câncer e está curada e tinha um sonho de ter aumentar a família… Foi aí que sua irmã gêmea Dawn decidiu lhe ajudar a realizar este sonho, estando disposta a gestar um filho a mais para sua irmã Allison.
E na semana passada, no dia 5 de agosto, Dawn deu a luz a um saudábel bebê que pesou 3 quilos e 600 gramas e mediu 52 centímetros, seu sobrinho!
Durante a gravidez Dawn quis manter em segredo o sexo do bebê para que soubessem apenas na hora do parto!
E Allison expressa em palavras para sua irmã toda sua emoção e gratidão: “Como posso começar a agradecer por esta generosidade e sacrifício que fizeste por mim durante estes meses? Você não só cumpriu um grande desejo que tínhamos há 6 anos, como também nos deste uma nova vida e uma família de 4 integrantes que jamais pensávamos que iríamos mais poder ter!”
Para ler a matéria na íntegra o link é o:
http://www.upsocl.com/comunidad/esta-mujer-dio-a-luz-a-un-bebe-para-darselo-a-su-hermana-gemela-que-no-podia-tener-mas-hijos/?utm_source=FBppal&utm_medium=Facebook&utm_campaign=fb
22 jul
Romero Chegou!
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Digamos que oficialmente o primeiro bebê “Geração Maternidade Sonhada” nasceu ontem! Digo oficialmente porque desde que começei o blog, há quase um ano atrás, é o primeiro nascimento que fui comunicada. Aliás, na verdade, acompanhei esta gestação desde o primeiro momento, quando minutos após a mamãe dele me ligou aos prantos anunciando essa notícia tão esperada!
Carol, foi uma das primeiras seguidoras do blog. Fazia pilates na clínica da minha irmã e um dia viu na página do facebook da minha irmã ela fazendo propaganda do Maternidade Sonhada, blog este que já chamou a atenção pelo nome… Ela foi lá apenas de curiosidade sem esperar muito, porque ,segundo Carol, ainda não tinha se identificado com nenhum até então com essa proposta… E adorou! De imediato Carol me escreveu um email e daí foram trocas e mais trocas de emails. Desabafo de um lado, conselhos e consolo do outro, uma sintonia linda e que nos despertou a curiosidade de nos conhecer pessoalmente, e isso aconteceu!
Nunca tínhamos nos visto pessoalmente, mas por um lado ela já era paciente e amiga da minha irmã, e por outro, mesmo sem conhecê-la, parecia que a conhecia a mil anos.
Carol já vinha de algumas quedas no meio do caminho, estava triste e desesperançosa no nosso primeiro encontro, que se deu numa creperia. Foi muita conversa, ela estava naquela fase de achar que não chegaria mais a vez dela e lá estava eu para insistir que chegaria SIM! E não é que pouco tempo depois daquele encontro, com um passado próximo de alguns prognósticos nada animadores, coitos programados e uma FIV negativa a danada engravida naturalmente??? Uma felicidade só! Como me lembro daquela manhã… Estava eu em casa e ela me liga! Já achei estranho porque nessa era do whatsapp e emails não nos comunicávamos via telefone… Era ela para anunciar que estava gravidíssima! Emoção e felicidade sem fim!!!
Essa gravidez veio a nos unir mais ainda! Por um lado eu até então animava Carol a seguir e não desistir da gravidez, mas por outro lado ela me ajudou muito, e ainda me ajuda no blog, me animando, me instigando, dando conselhos e algumas sugestões que são sempre bem vindas.
Passados os primeiros meses Carol confirmou que estaria esperando um menino! E juntamente com o maridão resolveram chamá-lo de ROMERO, em homenagem ao pai de Carol, falecido há muitos anos atrás e por quem ela nutre uma enorme e eterna admiração.
Hoje foi dia de ir pessoalmente à Maternidade conhecer Romerinho “ao vivo”, um dos bebês mais lindos que já conheci. Com certeza muito caprichado por Deus!
Carol e o papai de Romerinho? Babões, felizes, realizados! E isso é apenas o começo, lhes garanto! O amor só faz crescer!!!
E hoje pergunto a Carol, já sabendo bem a resposta que me daria: “e aí Carol valeu a pena TUDO o que você passou para ser a mamãe do SEU filho Romero?”
E que venham mais e mais filhos para TODAS as mulheres que sonham com a maternidade. Minha torcida será ETERNA!!!
euecarol

 

14 jul
Mais Picadinhas de Amor
babyRomero
Divido com vocês esta outra foto que recebi de uma seguidora especial, uma das primeiras, a primeira que conheci “ao vivo”, a que me fez chorar com sua vitória, após tentativas de tratamento e conseguindo engravidar naturalmente quando menos esperava, a que dentro de alguns dias terá sua tão merecida vitória nascendo e lhe apresentando ao maior dos amores. Carol, a mamãe de Romero, por isso o “R” formado por algumas das tantas injeções que teve que tomar diariamente na gestação, com uma blusinha linda ao lado, que em breve será recheada por ele, com um sorriso estampado que eu me atrevo a colocar legenda: “Conseguí!” Uma Mulher que nunca vi reclamar de nada durante toda a gestação, ao contrário, quantas e quantas vezes me comentava feliz da vida que iria tomar mais uma picadinha linda e adorada! Ai, ai… Quando digo que o salário emocional e espiritual que vocês me pagam é impagável… Cenas e atitudes assim enchem a minha alma e me emociona poder conhecer mulheres formidáveis que optaram por seguir o chamado da maternidade.
Para vocês mais uma “gotinha” de ânimo a esses corações.
AVANTE GUERREIRAS!!!!!!!!