10 jun
E não é assim mesmo?

18951119_789185457924220_8336953815906378214_n

Quando estamos na vida de tentante então parece que andamos com uma placa pendurada no pescoço avisando que não estamos conseguindo e os curiosos -e indiscretos- de plantão não perdem uma oportunidade né? Por que sempre se anseia pelo próximo possível passo na vida do outro hein? Sei não viu?! Só sei que na dúvida já respondo aqui que sou feliz com o que sou e com o que tenho! Se sou e tenho tudo que quero? Não, mas valorizo, agradeço e curto demais o que a vida me me brinda HOJE! E você? Vive o hoje ou não desfruta por deixar a ansiedade do possível amanhã tomar conta? Primeira dica, se não quer abrir o jogo que está com dificuldade para engravidar muda o assunto quando te abordarem ou (como eu fazia) desarme com um sorrisão dizendo que a cegonha não está acertando o endereço 😜 E enquanto não acontece não deixe de viver o agora por esperar o amanhã, com certeza você tem o que viver hoje, sem deixar de sonhar com o amanhã, mas sem perder o que está acontecendo agora. Entendeu? ❤️

20 mar
Novas Seguidoras, Bem Vindas!!!

17353122_745525028956930_7024788269228827113_n

Observei um número crescente de seguidoras novas por aqui nos últimos dias! Desde já dou a todas as boas vindas e lhes conto um pouquinho sobre este espaço e sobre mim. Publiquei no domingo passado (no instagram e facebook) sobre um evento em apoio às portadoras de endometriose que acontecerá no próximo sábado em várias cidades, a Endomarcha, evento este que apoio de todo coração, inclusive por já haver padecido bastante com esta enfermidade. E após esta publicação muitas novas seguidoras me mandaram mensagens perguntando se eu havia conseguido engravidar, mesmo com endometriose, e se sim como havia sido. E se me ponho a lhes contar em detalhes não terminarei mais por aqui, juro que um dia – em breve 🙏🏼- vocês terão a oportunidade de saber TUDO nos mínimos detalhes… Mas me adianto brevemente por aqui lhes trazendo uma foto até então inédita para todas vocês! Foto que fizemos para uma matéria no Jornal Folha de São Paulo em Maio, do ano de 2008! Matéria para o domingo dias das mães sobre casos de mulheres que engravidam naturalmente, após tratamentos de reprodução assistida (me acharam! Rs) Eu e elas duas, minhas filhas, uma nos meus braços, outra no meu ventre! Sim, para quem não sabe ainda engravidei 2 vezes! Mesmo com endometriose severa, mesmo com falência ovariana precoce, consegui ser mãe!!! Na primeira vez depois de árdua luta durante 6 anos (entre cirurgias, tratamentos hormonais, picadinhas mil, inseminação e fertilizações in vitro), e a outra naturalmente, milagrosamente! Quando a minha primeira gordinha tinha apenas 7 meses de vida. Gostou? Dá para entender agora um pouco do que me estimula estar por aqui há mais de dois anos lhes dizendo para seguir e não desistir? Bem vindas então a este blog escrito com muito amor, onde nesta caminhada vi mulheres que estavam por desistir voltar a lutar e conseguir, onde já presenciei milagres acontecerem, como assim aconteceu comigo e poderá acontecer com você! Bem vindas ao Maternidade Sonhada! Espero poder te ajudar de alguma forma.

05 mar
A não perder a doçura… Jamais!

17190639_736778693164897_8580351142510250747_n

Eu completaria esta frase dizendo que felizes são também aquelas pessoas que estão ao lado destas que brilhantemente conseguem driblar as adversidades da vida e mesmo assim não se tornam amargas. Cada vez mais, infelizmente, conheço pessoas que não conseguem superar certas situações e as transformam em puro pessimismo e chatice, complicando as suas vidas e contaminando as demais que estão ali, ao lado, muitas vezes querendo ajudar, mas cansadas de terem que aturar esse novo ser que você deixou surgir. E bate uma saudade daquelas pessoas que um dia foram leves, foram sorrisos, foram agradáveis, e muitas vezes me pergunto se já não existem mais ou se por acaso estão ainda adormecidas dentro delas? E torço muito que sim, e cutuco, e converso, e tento lhes fazer notar que cabe a elas reagir e quem sabe despertar aquele seu antigo “eu”. E venho lhes falar sobre isso porque observo sim, muitas tentantes que se deixam amargurar, que mesmo sem notar se entregam, “morrem” a cada negativo, a cada batalha perdida, e que de repente mudam e perdem o brilho no olhar. Triste, muito triste, mas real e mais comum do que se imagina. Então hoje venho aqui lhes alertar! Não se deixem de amar, não abram brechas para também não deixarem de serem amadas! Sim, porque estar com uma pessoa pesada, ranzinza e amarga ao lado por muito tempo desencanta! E quando algumas se ligam nessa necessidade de mudança… já é tarde demais! Já perdeu marido, amigos e até familiares que estavam ali ao lado por tanto tempo, mas cansaram. A espera pelo filho que não vem é terrível, bem sei disso, mas cabe a você não deixar com que sua vida não só foque nisso! Aí existe uma mulher, uma esposa, uma amiga, uma profissional e tantos outros papéis a mais que merecem entrega e dedicação, e que, enquanto o filho não chega, lhes fará feliz também. Não é pensar em desistir, jamais! É saber lidar com essa vida de tentante sem deixar influenciar ao extremo tantos outros planos da sua vida. Entendido? Espero poder ter te ajudado ou quem sabe ter mandado este recado para aquela pessoa que você tanto ama e que de repente está precisando dar uma lida neste texto… 😘 Recadinho dado e a ordem é reagir!

14 fev
Jamais esquecerei… E para sempre valorizarei

16602702_726453337530766_8371178446304640029_n

Eu jamais o esquecerei ali ao lado, sempre. Em silêncio apertando a minha mão, às vezes literalmente me dando colo, em alguns outros momentos com uma palavra oportuna de contenção. Era o marido também que me fazia enxergar quando a situação já estava tomando conta de mim, da nossa relação, saindo fora do controle, e assim ele me alertava, me fazia entender que necessitávamos de um tempo, tempos estes preciosos para nos “reencontrar” e nos reerguer para uma próxima batalha, juntos. E para sempre serei grata, porque com certeza se não o tivesse ali, daquela maneira como meu Porto Seguro, não tínhamos chegado ao nosso objetivo , à concretização do nosso sonho. Quando um dia pensamos nos possíveis nomes para nossa futura filha, eu sugeri Mariana em sua homenagem, homenagem super justa e linda, merecida mesmo. A nossa princesa carregaria o nome do seu papai, do meu companheiro de jornada, daquele que me fazia sentir uma mulher especial, principalmente nos momentos em que me sentia talvez a pior das mulheres, aquela que não poderia talvez lhe conceder um filho, mas que ele sequer admitia que eu falasse dessa minha percepção, porque para ele o fato de eu estar lutando da forma que lutei já lhe bastava para me admirar e estar mais que nunca ao meu lado, independentemente de filho ou não.
E você? Tens valorizado aqueles seres que estão de “mãos dadas” contigo nesta caminhada? Muitos deles que se fazem fortes e inabaláveis mas que em algum momento necessitam também de contenção e reconhecimento, em forma de abraço, beijo, colo também.
Para você meu companheiro de vida, meu muito obrigada para sempre. Chegamos às nossas princesas graças ao seu apoio, sem isso não chegaria a lugar nenhum e a vida com certeza não seria tão bela sendo a mãe delas, nossas Nana e Tina. ❤

17 jan
E se não tivesse sido assim?

e-se

Semana passada completamos 18 anos de casados… para quem ainda não sabe meu marido é argentino e nossa história de amor renderia bastante para lhes contar por aqui, mas ,enfim, lutamos muito para estarmos juntos, enfrentamos obstáculos diversos até conseguirmos casar! Morei em Buenos Aires por 5 anos, e o destino há 13 anos nos trouxe p meu Recife. Com um aninho de casados decidimos que estaria na hora de liberarmos para a vinda do nosso filho, que acabou se estendendo por longos 6 anos de espera e muitos capítulos até a minha primeira gravidez. Pois bem, minha mãe conversando comigo sobre os 18 anos de casamento me comenta: “imagina só se você tivesse engravidado logo, Mariana já teria seus 16 aninhos de idade…” Gelei! E dentro de mim um turbilhão de recordações e sentimentos, que quero dividir aqui um pouco com vocês… Aquele comentário me fez confirmar o que venho sentindo, aprendendo e por diversas vezes dizendo pra vocês aqui: TUDO acontece no tempinho certinho, da forma que tem que acontecer, no tempo JUSTO! Ao escutar aquele comentário tentei me imaginar hoje com uma moça de 16, rumo aos 17 anos, sendo a minha filha, eu mãe de uma jovem. Me soou estranho, confesso! Sabe por que? Porque não consigo hoje me imaginar não sendo mãe das minhas filhas com as idades que elas têm, seus 9 e 8 anos! Idades para mim perfeitas, assim como tinha de ser, e como está sendo! Engraçado né? Eu que tanto sonhei, que tanto sofri, que tanto lutei para ela chegar, me pego tranquila e até “aliviada” por tê-la aqui desse jeitinho que tanto amo, nesses 9 aninhos de uma menina tão minha! Meio louco não? Rs Mas é pura verdade! Não entendemos por diversas vezes os planos de Deus nas nossas vidas, retrucamos as suas demoras, nos chateamos porque certos sonhos não se concretizam, ou se concretizam de uma forma diferente de como queríamos que fosse… Mas deixo aqui o alerta para que vocês repensem nas suas posturas, para que tentem reclamar menos e passem a agradecer mais. Muitas vezes um NÃO hoje pode ser um livramento amanhã! Por menos “e se”, por mais “seja feita a tua vontade, e desde já agradeço!”

10 jan
Mais amor por favor!

15873089_706474762861957_7839867491971995788_n

Uma das tantas lições que a endometriose e a luta de anos para engravidar me trouxe foi esta: não julgar a dor do outro! Nunca. O que pode te parecer besteira, pode ser uma dor infinita para quem está vivendo. Porque só sabe quem passa, quem sente na pele, quem sofre aquela dor e ninguém deve se meter a sequer querer mensurar a dor do outro. Não conseguir ser mãe para alguém pode ser um detalhe, pode ser frescura sofrer por isso, mas NÃO, para quem sonha com isso, dói, e muito, chegando a rasgar por dentro, dói na alma alguns dias, dói no coração. Então pondere, julgue menos, use suas forças para tentar ser abrigo, conforto, colo. Lembrando que cada um tem seus limites, cada um reage de uma forma diferente, da sua forma, diante de certas circunstâncias. E sabe aquela frasezinha tão usada ultimamente? Pois bem! “MAIS AMOR POR FAVOR!” Com doses de respeito e discrição que serão muito bem vindas também.
E para você que sofre e se vê sendo julgada aí: não deixe! Se ame! Se imponha! Queira ao seu lado quem verdadeiramente torce por você, sem cobranças, sem piadinhas, com amor e contenção apenas, não menos que isso!
Desabafo de quem vive recebendo recadinhos de mulheres cansadas de além da dor da espera do filho tão sonhado que não chega, ainda ter que conviver com julgamentos e falta de sensibilidade por aí… ❤

31 dez
Agradecer SEMPRE!

15665613_700819476760819_7054686120407611050_n

Agradecer. Cada dia mais vejo, sinto e entendo que é um ato nobre, lindo, que faz bem. Reconhecer tudo, nos mínimos detalhes, que nos é brindado pelo caminho, tudo o que somos, tudo o que temos, inclusive agradecer os sonhos que ainda por ventura não foram sequer concretizados, agradecer também pelas dificuldades enfrentadas que em geral nos fazem crescer e aprender, de alguma forma.
Agradecer, prática que tenho tentado colocar como uma constante na minha vida e que tem me feito tão bem, e que aqui neste último dia de 2016 venho lhe sugerir para sua vida. Prove, tente agradecer mais. Sinta da leveza dessa experiência, do saber reconhecer valorizar mais tudo, e todos, pessoas e situações apresentadas na sua vida também.
E hoje aproveito para agradecer por você que está lendo esta mensagem, por sua vida, por você ter chegado até aqui hoje, por me dar a honra da sua presença neste espaço que escrevo com tanto carinho. Muitas que se abrem para mim, como se nos conhecêssemos há tempos, outras que só lêem muito brevemente e vão embora, não importa, todas são importantes e a todas agradeço por passarem por aqui, e assim haver deixado um pouquinho do seu tempo, e quem sabe levado algo de bom, através de alguma palavra, para sua vida. Obrigada, obrigada mesmo! E sigo agradecendo a Deus por este projeto @maternidade_sonhada que tanto me brinda, como pessoa, como ser humano. Agradeço mais uma vez por minhas filhas, fontes de inspiração para eu estar aqui. Agradeço por mais um ano que está à porta e por tudo que estará reservado para mim, sempre na certeza dos cuidados de Deus na minha vida. Obrigada Senhor, por todo sempre.

12 dez
Catarina, a bebê sonhada!

fullsizerender-11

A Priscila era segura de que não queria ser mãe, JAMAIS! Até um dia em que a maternidade foi batendo à porta do seu coração de uma forma hilária… através de sonhos! Sonhos estes que foram levando esta mulher tão decidida a repensar e um tal dia se entregar por completo a este chamado… Uma história LINDA, emocionante, impressionante! História esta que foi me intrigando saber mais e mais detalhes, quando afinal a convidei para vir nos contar! Uma lição sobre sonhos, literalmente falando, mas também uma lição sobre nunca dizermos nunca… Com vocês a historia da Pri, MÃE da Catarina, que em breve estará por aqui dando o ar da graça!

Resumir a minha história não é tarefa simples, pois a carga emocional é grande, mas tentarei.
Em primeiro lugar, se eu disser que sonhava com a maternidade estarei mentindo. Até 2014 eu tinha certeza que não queria ser mãe e tive a cautela de me casar com um homem que tinha essa afinidade comigo (não queria ser pai). Tamanha a minha “certeza” que cheguei a pedir algumas vezes ao meu ginecologista que fizesse a histerectomia em mim (ele sempre se recusou) e briguei com o marido quando ele desistiu de fazer vasectomia… Era aquele tipo de certeza ingênua que nos leva a garantir que nunca mudaremos de opinião. Até que um belo dia acordamos com outra opinião sobre o assunto… Em fevereiro de 2015 comecei a sonhar com um bebê recém nascido praticamente 3 vezes por semana. Em março/15 o bebê “se apresentou” a mim. Chamava-se Catarina e era uma menina.
Poucos dias depois tive trombose venosa profunda extensa na veia femoral da perna esquerda e embolia pulmonar causada pelos hormônios do anticoncepcional, me obrigando a parar de tomar o contraceptivo. Então, adotamos a tabelinha como único controle de fertilidade. E os sonhos com a Catarina persistiram. Num dos mais marcantes, eu dava a luz a ela e, com ela em meus braços, mas ainda ligada ao cordão umbilical eu dizia: “Muito prazer, eu sou a sua mãe e já te conheço dos meus sonhos”.
Foram inúmeros sonhos com a Catarina direta ou indiretamente. Em alguns destes sonhos, homens que mais pareciam anjos da guarda chegaram a falar comigo para me convencer a deixar a Catarina vir… Resultado: Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. Quando me dei por mim já estava amando uma menininha que só conhecia em meus sonhos. Foi um período intenso de amadurecimento e aceitação de que quem tem opinião, muda.
Cheguei a sentir vergonha de assumir que havia mudado de ideia. Superada essa fase, veio a mais difícil: contar ao marido que mudei de ideia e ver se ele ficaria ao meu lado nessa empreitada. Foi nesse momento que criei o instagram @gravidadecoracao e foi a melhor terapia que eu poderia ter feito. Ali passei a compartilhar minha história, minha ansiedade com toda essa situação e fiz amizades que carrego em meu coração.
Como eu seguia em tratamento de saúde em virtude da trombose e proibida de tentar engravidar, o marido e eu decidimos que o mais sensato era eu concluir o tratamento e depois voltaríamos a conversar a respeito, com ele assinalando que estaria ao meu lado para concretizar esse sonho tão recente em meu coração, mas tão forte. A única condição que ele impôs foi que a gente fizesse uma reserva financeira para esse fim.
Em outubro/15 tive a alta médica, já poderíamos tentar, mas o marido pediu para aguardarmos até o começo de 2016 para conversarmos, pois ele ainda estava amadurecendo a ideia. Na noite do dia 01/01/2016 tivemos a nossa conversa: ele me disse não estar pronto para a paternidade, pela responsabilidade em si e também pelo fator financeiro. Ali, naquele dia primeiro de janeiro ele me liberou dos votos do casamento caso eu insistisse na gravidez (jeito delicado dele para falar em divórcio).
Com o coração dilacerado, fiz uma análise sobre nossa relação, meus sentimentos por ele e as finanças. Desistir da Catarina não passou pela minha cabeça, mas objetivamente, se eu fosse partir para uma produção independente (que era meu plano B) precisaria de um respaldo financeiro que não dispunha naquele momento. Logo, me divorciar o amando e sem condições financeiras para concretizar meu sonho não fazia sentido para mim. Postergamos a nossa decisão para quando atingíssemos a estabilidade que ele julgava segura, para então vermos se, com essa segurança material, ele daria esse passo ao meu lado.
Nesse meio tempo, como não usávamos nenhum método contraceptivo, todo mês achava que podia estar grávida. Nesse trajeto recebi alguns negativos, mas os planos de Deus estão sempre acima dos nossos e, durante essa minha espera pelas condições mais favoráveis na opinião do marido, engravidei em maio/16, no mês que me parecia o menos provável.
Tive meu positivo em 08/06/16 e assim que vi a segunda listra ali naquele teste, forte e inquestionável, a felicidade me transbordou. Comecei a chorar e me ajoelhei no chão do banheiro em gratidão a Deus. Meu bebê havia escolhido a hora dele!!! Em seguida veio o medo: como meu marido reagiria? Cheguei a cogitar só contar a ele após o beta por receio de como ele reagiria à notícia, porém não consegui. Assim que o vi revelei que estava grávida e a reação foi ótima. Ele me abraçou, disse ter ficado feliz e que a felicidade que estava sentindo era uma surpresa, inclusive para ele.
Com 16 semanas de gestação, na véspera do ultrassom para tentar descobrir o sexo sonhei mais uma vez. Desta vez, uma conhecida me recitava um poema, do qual apenas lembro o final: “A Priscila pediu e um jardim com Catarina Deus enviou”. Imaginem meu choque quando o médico confirmou ser uma menina. Eu estou gerando a Catarina! Seria possível que eu já sonhasse com a minha filha meses antes de engravidar? Fiquei atônita alguns dias e muito feliz, claro. A Catarina encontrou seu caminho até mim!
Hoje estou com 29 semanas e a gestação (embora seja de risco por conta da trombofilia e requeira aplicações injetáveis diárias de anticoagulante) está indo bem.
Tudo o que passei me trouxe algumas lições: a) Nunca dizer nunca. Só muda de opinião, quem tem e b) Deus cuida de tudo. As coisas acontecem sempre no tempo e do jeito d’Ele.
Em tudo há uma lição, principalmente nas dificuldades e acredito que Deus não nos dá um sonho que não seja possível concretizar, por isso digo a todas que estão na luta, em tentativas naturais, tratamentos ou na fila de adoção: vai valer a pena e um dia todo o sofrimento sequer será lembrado. Deus não falha nunca!