08 set
Superação e Realização, Através de Barriga Solidária da Sogra!

historia insta

Hoje lhes trago mais uma história de esperança e superação… A história da seguidora Suzyane que, muito amavelmente, teve a sensibilidade de querer dividir conosco toda sua trajetória até a chegada da princesa Maria Cecília.
Cada uma de nós tem sua história, e o caminho até a maternidade para algumas se dá de forma mais difícil, tendo que passar por dores e perdas… O bom de histórias assim é confirmar uma vez mais que temos que acreditar que no fim tudo dará certo, e se nos tornar mães é o que mais desejamos, um dia conseguiremos! Seja através da barriga, seja através da adoção, seja numa gravidez própria, seja através de barriga solidária, como assim acabou acontecendo com Suzyane após ter vivido uma gestação e ter perdido a sua primeira bebê.
Antes de lhes compartilhar com vocês as palavras da Suzy para a gente, quero dessa vez lhe agradecer, agora em público, pela sua atitude de não hesitar em me procurar para dividir com tantas mulheres que com certeza estão precisando ler esta sua história, e que lhes ajudará com certeza a juntar forças e ânimo para seguir!
Preparadas? Com vocês um resumo da história de uma mulher guerreira, que sofreu, padeceu sendo mais uma vítima do descaso de um hospital público nesse nosso Brasil, mas que se reergueu e teve a benção de ter na sua vida a sua sogra, como um anjo para ajudá-la, gerando a sua filha tão sonhada.
“Casamos jovens, eu com 21 anos e meu marido com 22, sempre sonhei em ter muitos filhos, adorava casa cheia, meu marido tem mais 3 irmãos e quando íamos à casa dele e eu convivia com aquela barulheira eu tinha mais certeza que o que mais queria na vida era ter filhos!
Em 2009, morando em SP, decidi que minha hora de ser mãe tinha chegado, e logo após 2 meses de tentativas, para nossa alegria, engravidei de uma menina, gravidez normal, sem nenhum problema. Quando cheguei as 36 semanas de gestação comecei a sentir muitas dores do lado direito na barriga, ia no hospital (público), relatava as dores que vinha sentindo, faziam exames em mim e diziam que estava tudo bem. Um dia, numa dessas idas, foi constatado que já tinha 2 cm de dilatação, mas mesmo assim me mandaram para casa, diziam que não era a hora. Cheguei a ir uma semana inteira ao hospital, todos os dias com dores, mas seguiam afirmando que estava tudo bem com minha bebê e que não havia chegado a hora, mãe de primeira viagem, confiei. Até que chegou um domingo que acordei de madrugada com dores fortes, acordei meu marido e pedi para ele me levar à maternidade, eu não estava mais suportando as dores, nesse momento já eram insuportáveis. Ao chegar na maternidade e ser atendida a médica não podia nem tocar na minha barriga que eu não aguentava, foi detectado no ultrassom que já estava sem líquido e os batimentos da Rafaella estariam caindo, fui direto para sala de cirurgia para ser feita uma cesariana de emergência, em seguida minha filha nasceu e não chorou… Cheguei a ver seus pezinhos quando a retiraram… Perguntava para todos como ela estava e ninguém me respondia, até que surgiu uma médica que já me disse naquele momento que ela não havia resistido, e, ainda, que retirariam meu útero. A dor maior da minha vida, aos 24 anos de idade, foi naquele dia… Fui sedada e quando acordei já estava na UTI, onde fiquei por 5 dias internada, e após fiquei mais 10 dias internadas no quarto, dias de MUITA tristeza… Me lembro que um médico apareceu e me disse que devido a retirada do útero eu poderia pensar em ter um filho através de barriga solidária, era a primeira vez que escutava sobre, na verdade nem sabia do que se tratava e estava ainda tão arrasada que nem pensava em ter outro filho de imediato, eu queria minha Rafaella e a havia perdido… Minha sogra veio de Santa Catarina para São Paulo para cuidar de mim, nesse pós operatório traumático, quando lhe comentei sobre a barriga solidária de imediato ela disse que gostaria de gestar meu próximo filho, seu neto. Após sentir seu apoio e disposição corri para internet procurar sobre o assunto, até que encontrei um caso de uma mulher chamada de Veridiana de Belo Horizonte que seu filho tinha sido gerado também pela sua sogra e isso me animou. A conheci ela, tirei minhas dúvidas e escolhi a clínica IPGO em SP para já iniciarmos o processo. Demos início ao nosso tratamento em setembro de 2009 transferimos 3 embriões pra minha sogra com então 43 anos, depois de 12 dias  soubemos do resultado positivo! Minha sogra estava gravidíssima do meu filho, eu teria oportunidade de ser mãe como havia sonhado tanto! Minha sogra retornou a Santa Catarina, e eu fiquei em São Paulo, acompanhando a gestação diariamente através de telefonemas diários. Em maio de 2011, nascia a minha pequena Maria Cecillia que hoje tem 4 anos! Voltamos a morar em Santa Catarina para dar uma melhor qualidade de vida a ela, e hoje temos nossa família linda e completa.”



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2 comentários

  1. Linda história e triste ao mesmo tempo.

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    1. Eu a vejo em uma história triste com final feliz! Afinal ela conseguiu ser mãe não é mesmo? Um beijo!

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